19h54min.
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Os líderes partidários decidiram, na reunião que se encerrou há pouco, votar uma nova emenda aglutinativa ao Projeto de Lei 1210/07, da reforma política. A emenda vai incluir três pontos que já estavam previstos:
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- Financiamento público de campanha para cargos majoritários (presidente, governador, prefeito e senador) e financiamento privado para cargos proporcionais (deputados federal, estadual e distrital e vereadores). No caso do financiamento privado, a proposta prevê teto para as doações de pessoas físicas e jurídicas;
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- No caso dos cargos proporcionais, transforma as coligações em federações, obrigando os partidos a permanecerem juntos por três anos; e
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O líder do PSDB, deputado Antonio Carlos Pannunzio (PSDB-SP), avalia que esses tópicos que restaram da reforma política não reúnem condições de serem aprovados.
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Acordo para votação
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Em resposta, o presidente Chinaglia lembra que já havia um acordo de procedimentos e que o assunto deve ir logo à votação. "Cada deputado que assuma sua responsabilidade e decida no voto. O tema tramita há dez anos. Imaginar que seria precipitado colocar em votação é ridículo", disse Chinaglia.
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O vice-líder do governo deputado Henrique Fontana (PT-RS) acredita que é possível votar esses pontos. Ele criticou o PSDB, ao ironizar que "talvez o partido prefira continuar com o modelo atual, que é bastante problemático". Pannunzio respondeu que o partido prefere mudanças constitucionais.
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O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) anunciou que vai apresentar questão de ordem para impedir a votação desses pontos. "Essa reforma não leva a nada, quem tem de mudar são os políticos", garante.
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Fonte: Agência Câmara
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