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sexta-feira, 20 de julho de 2007

Morre Antonio Carlos Magalhães

11h55min.
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Morreu às 11h40 desta sexta-feira (20) o senador Antonio Carlos Magalhães (DEM-BA), em São Paulo, devido a uma infecção e a problemas renais e cardíacos. O senador, que tinha 79 anos, estava internado desde 13 de junho no Instituto do Coração do Hospital das Clínicas (Incor), em São Paulo. O corpo será levado a Salvador, onde o senador será enterrado.
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Antonio Carlos Magalhães foi ao Incor para realizar exames de rotina, mas a piora do estado de saúde manteve o senador internado. O senador já havia ficado no Incor três outras vezes neste ano, em março, abril e maio. Durante os períodos de internação, Antonio Carlos recebeu visitas de diversos políticos, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Renan Calheiros.
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Na madrugada do dia 19 de julho, o senador sofreu uma parada cardíaca e algumas agências de notícia na Internet chegaram a anunciar a morte de Antonio Carlos, mas a informação foi retirada rapidamente do ar. Ao longo da manhã, as agências noticiosas informavam que o senador continuava internado e em tratamento, mas o estado de saúde de Antonio Carlos, que é diabético, foi piorando.
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Antonio Carlos Magalhães, nacionalmente conhecido como ACM, nasceu em Salvador, em 4 de setembro de 1927. Era médico, mas nunca exerceu a profissão. Foi governador da Bahia três vezes. Presidia a
Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado e foi presidente da Casa por duas vezes. O primeiro suplente de Antonio Carlos Magalhães é o filho dele, Antonio Carlos Júnior. O segundo suplente é Hélio Corrêa.
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Fonte:
Agência Senado

4 comentários:

Anônimo disse...

O Brasil perdeu um dos seus últimos coronéis. A escalada de ACM ao poder na Bahia e no Brasil, se deu por meio de uma estratégia brilhante, aliada a uma imensa força coercitiva, onde subjugava seus subordinados e massacrava seus adversários, tanto que, corre na Bahia uma frase atribuída ao Senador, onde ele dizia: Eu limpo os meus aliados que forem cheios de defeitos, e sujo os adversários que forem limpos. O império carlista na Bahia se deu por meio de um forte esquema de comunicação, aliando televisão, jornais e emissoras de rádio. A morte de ACM representa, apesar de tudo, uma grande perda no embate político nacional. Contudo, seu falecimento representa para a Bahia hoje, o fim de um grupo político que manteve o estado refem de interesses pessoais e atraso político, economico e social.

Anônimo disse...

Todo mundo que tem algum tipo de poder na mão deveria imaginar que um dia a casa cai e que a vida se vai....

Anônimo disse...

40 anos com um chicote na mão servindo a "Deus" e ao Diabo, servindo a "Democracia" e a Ditadura!!

Anônimo disse...

Fico a imaginar o alívio que a ausência física do tal ACM não deve causar a muita gente desse nosso país e, em particular, da Bahia.