09h48min.
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Afastado de Brasília desde quinta-feira, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), mandou um recado claro aos opositores e ao governo. Ele afirmou que a permanência no cargo foi referendada com a absolvição na semana passada e que a aprovação da prorrogação da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) é uma questão do País, mas não dele.
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“Licença, férias, isso nunca existiu. Até terça-feira (véspera da absolvição no Plenário) a decisão (de sair ou não do cargo) era minha. Depois de quarta-feira, a decisão com relação à minha inocência e à permanência no Senado é do Senado. Em todo parlamento democrático do mundo, é assim: cabe à maioria decidir e à minoria entender, compreender”, afirmou.
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“Licença, férias, isso nunca existiu. Até terça-feira (véspera da absolvição no Plenário) a decisão (de sair ou não do cargo) era minha. Depois de quarta-feira, a decisão com relação à minha inocência e à permanência no Senado é do Senado. Em todo parlamento democrático do mundo, é assim: cabe à maioria decidir e à minoria entender, compreender”, afirmou.
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Encontro - Renan Calheiros chegou ao Legislativo às 14h e não quis confirmar um encontro com o presidente Lula, que havia sido pedido por ele depois da absolvição pelo plenário.
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"Eu falo com o presidente toda vez que é necessário e com muita naturalidade. Mas não há nada urgente para conversar. Eu ligo para ele, ele liga para mim. Nunca houve dificuldade”, afirmou.
"Eu falo com o presidente toda vez que é necessário e com muita naturalidade. Mas não há nada urgente para conversar. Eu ligo para ele, ele liga para mim. Nunca houve dificuldade”, afirmou.
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Nos bastidores, interlocutores de Renan trabalharam para que o encontro não fosse realizado ontem com o objetivo de evitar pressão do governo na tentativa de tirá-lo da presidência da Casa.
Nos bastidores, interlocutores de Renan trabalharam para que o encontro não fosse realizado ontem com o objetivo de evitar pressão do governo na tentativa de tirá-lo da presidência da Casa.
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Aloizio Mercadante (PT-SP), um dos principais defensores da abstenção na semana passada, subiu à tribuna para pedir a saída de Renan.
Aloizio Mercadante (PT-SP), um dos principais defensores da abstenção na semana passada, subiu à tribuna para pedir a saída de Renan.
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Mandando um recado direto para a administração federal, o peemedebista afirmou que sempre tem colaborado com a governabilidade. “O País precisa disso. Vou colaborar no que puder, mas esse problema de CPMF não é do presidente do Senado. É um problema de governo, e que tem de ser tratado pelos partidos, líderes, senadores, não pelo presidente do Senado”, avisou.
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Fonte:
Diário OnLine
2 comentários:
Esse é mesmo um país sem leis, sem justiça. Como é que esse tal de Renam ainda é senador e, se não bastasse, presidente do Senado?
O Renan parece aquele cachorro que não larga o osso de jeito nenhum.
E ainda chamou a todos nós de ignorantes, ou seja a minoria.
Lamentável!
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